Ecoteca realiza oficinas em 10 municípios

Projeto da Duke Energy voltado à leitura encerra ciclo de oficinas de 2008 capacitando educadores e incentivando jovens blogueiros
Durante duas semanas, até 1º de novembro, 10 municípios que estão participando do projeto Ecoteca Duke Energy em 2008 recebem a terceira e última oficina do ano, “Imagens que narram”, voltada à capacitação de educadores.
Como nas demais oficinas do projeto, o objetivo é, através de conteúdos teóricos, criar condições para os participantes implantarem novos projetos de leitura ao final do trabalho com a presença dos formadores da Ecoteca. No mesmo período também há oficinas para capacitar jovens alunos de escolas públicas a desenvolverem blogs sobre projetos locais de intervenção social e ambiental.Segundo a educadora Maria Helena Sobral, da BEI Comunicação, que coordena a Ecoteca, essa última oficina trata da relação entre imagens e literatura, enfocando como ensinar a ler imagens a partir da análise de ilustrações de livros, histórias em quadrinhos, filmes, pinturas e fotos.  Sobre as duas oficinas anteriores, Sobral conta que no primeiro encontro houve um balanço da contribuição da Ecoteca para o ensino da leitura em cada município e discutidos os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) com relação à leitura.
A segunda oficina, “Contadores de história”, visou encontrar os contadores da cidade e convidá-los a se apresentar nas escolas e espaços públicos, “incentivando novos contadores entre educadores, alunos e comunidade” – explica Sobral.
Balanço -  Em 2007 e 2008, a Ecoteca envolveu 60 escolas públicas nas cidades paranaenses Carlópolis, Ribeirão Claro, Santana do Itararé e Jardim Olinda, e paulistas Bernardino de Campos, Cerqueira César, Itaí, Paranapoema, Pirapozinho e Sandovalina. De 22 de novembro a 9 de dezembro, os resultados do projeto em cada cidade serão apresentados em eventos públicos. Segundo Sobral, mais de 22 mil pessoas já participaram dos eventos de incentivo à leitura que aconteceram nas praças das cidades visitadas. Desde o seu início, em 2002, a Ecoteca atendeu 67 cidades próximas às oito usinas que a Duke Energy opera na bacia do Paranapanema. Entre educadores, membros das comunidades e jovens, cerca de 3.500 pessoas participaram das oficinas, 207 delas para capacitação de educadores e 85 de inclusão digital para jovens, utilizando blogs como ferramentas de apoio a projetos.
Voluntários reformam prédio do S.O.S.

Ação faz parte do Programa de Voluntariado da Duke Energy e envolve empregados, prestadores de serviço e familiares Mais de 50 voluntários ligados ao Programa de Voluntariado da Duke Energy atuarão em prol do SOS (Serviço de Obras Sociais) de Porecatu, com a revitalização de dois pavilhões destinados ao Programa de Atendimento ao Adolescente “Lucília Giglio Rossi”, anexos à sede da entidade.
Dia 9 de agosto, empregados e prestadores de serviço da usina Capivara, bem como seus familiares, realizarão a pintura externa dos prédios, além de reparos e pintura interna nas sete salas onde são realizadas oficinas sócio-educativas e profissionalizantes que atendem cerca de 80 crianças e jovens. Em 2005, também através do Programa de Voluntariado da Duke Energy, o prédio onde atualmente funciona o SOS foi finalizado, permitindo a transferência da antiga sede para o local.
Segundo a coordenadora do Programa de Atendimento ao Adolescente, Daniela Araújo Souza, graças àqueles voluntários, hoje a entidade “tem um espaço maior e mais adequado ao trabalho”. Ela diz que os pavilhões anexos, que agora abrigam as atividades do Programa, estavam desativados e estão precisando de reformas.“Embora a entidade sempre promova eventos para angariar recursos, não há como arcar com as obras tão necessárias à recuperação dos antigos pavilhões. Com a reforma teremos um espaço adequado para as crianças e adolescentes realizarem as atividades, por isso é muito bom para o SOS receber os voluntários da Duke Energy pela segunda vez” – aponta. No ano passado, os voluntários de Capivara trabalharam na reforma do prédio da Associação de Moradores da Vila Rural da Amizade, também em Porecatu.
Medalha Eloy Chaves - Duke Energy é premiada pelo 7º ano consecutivo
A Duke Energy recebeu da Associação Brasileira de Concessionárias de Energia Elétrica (ABCE) a Medalha Eloy Chaves de prata na categoria “Empresas predominantemente Geradoras/Transmissoras, independente do número de empregados”. O prêmio, entregue em cerimônia realizada dia 14, em São Paulo, reconhece os bons índices alcançados pela empresa em saúde e segurança no trabalho em 2007, contabilizando cerca de 1,5 milhão de horas trabalhadas, entre empregados e contratados. Este é o sétimo ano consecutivo que a Duke Energy recebe a Medalha Eloy Chaves, criada para reconhecer as empresas do setor elétrico que obtêm, durante o ano, os melhores índices de segurança e prevenção de acidentes de trabalho. Através da premiação a ABCE ressalta o esforço de dirigentes e funcionários de empresas do setor elétrico de todo o País, que concorrem em quatro categorias: “Empresas Distribuidoras com até 500 empregados”; “Empresas Distribuidoras, com 501 a 2.000 empregados”; “Empresas Distribuidoras, com mais de 2.000 empregados”; e “Empresas predominantemente Geradoras/Transmissoras, independente do número de empregados”. Antes da entrega das medalhas, a cerimônia destacou os vencedores da “2ª Mostra de Práticas de Comunicação para a Prevenção de Acidentes com a População” e da “1ª Mostra de Práticas de Comunicação para a Prevenção de Acidentes com o Público Interno”, que contou com a participação da Duke Energy. Houve também a palestra “Cenários político e econômico do Brasil”, realizada por Cristiana Lobo, comentarista política da Globonews. Destaque - Desde que iniciou suas operações no Brasil, em 1999, a Duke Energy se destacou pelos baixos índices de acidente com seus profissionais. Em 2002, 2003 e 2004, a empresa recebeu medalhas Eloy Chaves de ouro e em 2005, 2006 e 2007 foi agraciada com a medalha de prata. Presente à cerimônia, o gerente adjunto de Saúde e Segurança da Duke Energy, Valdinei Miquelin, ressaltou que “a conquista deste prêmio ratifica a posição da Duke Energy como uma empresa que valoriza, de forma constante, as ações de prevenção de acidentes e promoção à saúde de sua força de trabalho. Este é um reconhecimento aos próprios empregados e prestadores de serviços, que prezam as práticas adotadas para o fortalecimento da cultura de Zero Enfermidade e Lesão e têm a oportunidade de regressar aos seus lares de forma saudável e segura depois de um dia de serviço prestado à empresa”. Eloy Chaves - Fundada há 70 anos, desde 1980 a ABCE confere o prêmio Eloy Chaves para empresas que se destacam pelos baixos índices de acidente com seus profissionais e, a partir do ano passado, também com a população. Eloy Chaves (1875-1964), que empresta nome à medalha, foi empresário do setor elétrico e atuou na vida pública. Entre seus feitos políticos destaca-se o pioneirismo no trato da seguridade social, com a implantação da Lei Eloy Chaves, de1923, em favor dos ferroviários paulistas e que serviu de base à criação do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS).

Vertedouro de Capivara durante a abertura em março deste ano, também em decorrência do excesso de chuvas
Duke Energy abre comportas de reservatórios
Hidrelétricas Capivara e Rosana iniciam vertimento; volume de água escoado não causa impactos à comunidade. Por causa das chuvas, as comportas do reservatório da hidrelétrica de Capivara foram abertas ontem (25) para controle de nível da água. O gerente geral da Operação da Duke Energy, Paulo Ricardo Laudanna, informa que o nível desse reservatório atingiu 94,94% e que o controle da vazão adotado é o mínimo para manter o equilíbrio entre a água que chega e a que sai do reservatório. Em decorrência das chuvas, o vertedouro da usina Rosana também foi acionado. As aberturas deverão ser mantidas pelo menos até domingo. Segundo Laudanna, a abertura dos vertedouros é um procedimento normal em que o volume de água liberada não oferece riscos de alagamentos ou outros danos, seja à comunidade ou ao meio ambiente. Ele explica que todo o processo é baseado em estudos diários desenvolvidos em conjunto entre as hidrelétricas e o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), órgão que controla a operação das usinas.
Os níveis dos reservatórios estão altos devido às chuvas acima da média registradas na região. O volume atual de chuvas é de 169,5mm, um aumento de 200% em relação ao normal para o período, que é de 56mm. De acordo com Laudanna, se as chuvas persistirem, a empresa poderá também abrir os vertedouros da hidrelétrica de Taquaruçu. Como parte da operação padrão para estas situações, a Duke Energy comunica a Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e prefeituras de municípios próximos aos reservatórios sobre detalhes da operação. Além disso, a empresa desenvolve anualmente um ciclo de palestras para estes representantes, a imprensa e lideranças comunitárias, detalhando a operação dos reservatórios em períodos de secas ou cheias. Serviço – Interessados em informações sobre as vazões do rio Paranapanema podem acessar o serviço TeleCheia, da Duke Energy, com informações 24 horas pelo 0800 770 2428 ou fazer contato através da seção “Fale Conosco”, no site www.duke-energy.com.br.

O diretor de RH, Jairo Campos, e o presidente, Mickey J. Peters, recebendo o prêmio “100 Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil” 2006.
Duke Energy é uma das “100 melhores” da AL
Empresa brasileira está entre as melhores empresas para trabalhar na América Latina, segundo pesquisa do Great Place to Work.
A Duke Energy é uma das empresas brasileiras na lista das “100 Melhores Empresas para Trabalhar na América Latina”. Os resultados da pesquisa feita pelo Instituto Great Place to Work® foram divulgados no dia 31 de maio, no México, e o evento de premiação das empresas brasileiras será no Centro Brasileiro Britânico, em São Paulo, no dia 3 de julho.
Para elaborar a lista, foram analisadas mais de 1.100 empresas da América Latina. A pesquisa se baseia em estudos nacionais dos quais participam cerca de 400 mil empregados de mais de 3.000 empresas, de nove países. A Duke Energy está também nas listas das “100 Melhores Empresas para Trabalhar” no Brasil e no Peru, divulgadas em 2006, que serviram de base para a classificação na América Latina. A pesquisa é baseada em duas avaliações: uma com empregados, que respondem voluntária e anonimamente a um questionário sobre a realidade da empresa e o que consideram único e diferenciado em seu ambiente de trabalho; a outra com a própria empresa, que detalha as suas melhores práticas e benefícios. Para o diretor de Recursos Humanos da Duke Energy Brasil, Jairo Campos, o reconhecimento dos empregados à empresa se deve a programas institucionais como os que investem em capacitação. Segundo Campos, a empresa também busca, com a participação do empregado, um melhor ambiente de trabalho.“É o caso do Programa de Melhoria Contínua – criado no Brasil há seis anos e ‘exportado’ para Argentina, Bolívia e Peru – que estimula e premia projetos desenvolvidos por equipes de empregados e implantados pela empresa”, exemplifica. Segundo o presidente da Duke Energy Brasil, Mickey J. Peters, a empresa “aposta em um ótimo clima organizacional” para atingir resultados positivos.
“Empregados competentes e comprometidos com os objetivos da organização, que atuem num ambiente de trabalho favorável, podem potencializar e sustentar os resultados da organização em suas várias esferas” – aponta Peters.
Duke Energy mantém parceria com a Falm
Empresa cede Estação de Hidrobiologia e Aqüicultura a instituição de Bandeirantes (PR), parceira do Programa de Manejo Pesqueiro. Através da soltura de peixes de espécies nativas, a Duke Energy investe na manutenção da diversidade e aumento da produção pesqueira na região da bacia do Paranapanema. Esse trabalho é feito através do Programa de Manejo Pesqueiro que a empresa desenvolve desde 2001, e que já soltou cerca de 10 milhões de peixes em reservatórios e afluentes do Paranapanema. Para desenvolver as pesquisas e as ações necessárias ao Programa, a Duke Energy mantinha a Estação de Hidrobiologia e Aqüicultura, na usina Salto Grande. Através de convênio firmado em maio, a empresa cedeu o uso das instalações, equipamentos e estoque de matrizes da Estação às Faculdades Luiz Meneghel (Falm), de Bandeirantes, por um período de quatro anos. Segundo o diretor de Meio Ambiente, Saúde e Segurança da Duke Energy, Dimas Maintinguer, o convênio é voltado ao desenvolvimento da aqüicultura e assegura a produção de 1,5 milhão de peixes jovens de espécies nativas que a Duke Energy solta anualmente na bacia do Paranapanema. “Promove, ainda, um intercâmbio de conhecimentos gerados na Estação e na Falm” – disse Maintinguer ao destacar a contribuição da Falm ao ensino e pesquisa de ciências biológicas e agrárias na região. A cerimônia oficial de lançamento ocorreu em Salto Grande , com a presença da secretária estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Lígia Lumina Pupato - uma bióloga que acompanha o trabalho de repovoamento desenvolvido pela Duke Energy. Pupato ressaltou a contribuição do Programa de Manejo Pesqueiro “para que a sociedade e as gerações futuras tenham assegurado seu direito à qualidade ambiental”. Para o diretor da Falm, professor doutor Eduardo Rando, o convênio incrementará o ensino, a pesquisa e a extensão. Em relação à extensão, Rando destaca o potencial de atuação junto às comunidades próximas aos reservatórios operados pela Duke Energy. “O convênio inclusive contribui para a criação de um pólo regional voltado ao desenvolvimento da criação de peixes, com significativos ganhos socioeconômicos e ambientais para as comunidades” – apontou. A Estação de Hidrobiologia e Aqüicultura possui laboratórios para análises da água e reprodução de peixes, tanques de larvicultura e 53 tanques de alevinagem e estocagem de matrizes, que ocupam uma área de 22 mil metros quadrados. O convênio inclui o plantel de reprodutores de espécies nativas do Paranapanema, com alta variabilidade genética, e os equipamentos necessários ao trabalho de pesquisa e reprodução.

Rodolfo Nardez Sirol
Soluções para uso racional da Água
Em muitas localidades do País, sempre que a água com a qualidade requerida para determinado uso torna-se um recurso escasso, são buscadas alternativas de suprimento ou restrição do consumo para que seja restabelecido o equilíbrio de oferta e demanda desse precioso recurso natural. Alguns municípios, estreitamente engajados na sustentabilidade com as demandas atuais e futuras da água, estão investindo em duas linhas básicas, com muito sucesso. Em primeiro lugar, vem a mudança de postura na administração de recurso natural finito.
Trata-se do "reuso de água", que quando bem planejado, demonstra ser uma das alternativas mais interessantes de suprimento. "Reusar" é reaproveitar a água recuperada de águas residuárias (efluentes), através da remoção de parte dos resíduos carregados em uso anterior.
Essa água pode ser novamente utilizada em aplicações menos exigentes que o primeiro uso, como irrigação de praças e canteiros públicos, limpeza de ruas, feiras e festas. Encurta-se, assim, o ciclo hídrico da natureza em favor de uma maior disponibilidade do recurso. A rigor, as moléculas de água que hoje usamos, já foram, um dia, usadas e recicladas pela natureza. O ciclo da água nada mais é do que uma forma de reuso em que a natureza, num longo sistema de tratamento, utiliza as fontes de energia naturais de que dispõe. Nesse processo, uma expressiva parcela da água que circula entre a terra e a atmosfera é conservada e uma parcela de água nova é incorporada ao ciclo, sendo esta gerada por reações químicas em processos naturais ou artificiais.
A substituição da água potável por água de reuso, quando possível, ajuda a manter a sustentabilidade desse valioso recurso. Além disso, grandes quantidades de produtos químicos que são utilizados durante o tratamento da água potável e que, inclusive, geram resíduos que seguem junto com a lama residual podem ser minimizadas. Em segundo lugar, há os incentivos ficais a edificações que possuam mecanismos de captação da água da chuva, com reservatórios vedados que permitam a utilização dessa água para irrigação de jardim, descarga de banheiro, lavagem de roupa, entre outros usos, evitando dessa forma, enxurradas e erosões. Essa ação estimula o cidadão a contribuir para a conservação do recurso hídrico. Alguns municípios vão ainda mais longe e praticam incentivos fiscais para condomínios e edifícios que fazem o tratamento do esgoto, desonerando os cofres públicos desse tipo de investimento. Essa é uma nova tendência que deve estimular a pró-atividade dos investidores. Outra auto-regulamentação do mercado imobiliário refere-se ao aumento de áreas verdes em condomínios, as quais ampliam a área de captação de água da chuva e melhoram a recarga do lençol freático, diminuindo os problemas relacionados ao acúmulo de água da chuva em áreas impermeáveis. Dessa forma, práticas administrativas do poder público e incentivos fiscais promovidos por leis criativas aplicáveis à conservação dos recursos hídricos, se tornam soluções cada vez mais comuns para enfrentar os desafios do uso múltiplo e sustentável desse recurso finito chamado água.
Rodolfo Nardez Sirol é oceanógrafo formado pela Fundação Universidade de Rio Grande (Federal do RS) e doutor em zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (MG). Atualmente é Coordenador de Meio Ambiente da Duke Energy.

Medalha Eloy Chaves
A Duke Energy recebeu pela 6ª vez consecutiva a Medalha Eloy Chaves, da Associação Brasileira de Concessionárias de Energia Elétrica (ABCE).
A entidade confere o prêmio a empresas que se destacam pelos baixos índices de acidente com seus profissionais e, a partir deste ano, também com a população.
Desde que iniciou suas operações no Brasil, em 1999, a Duke Energy recebeu a Medalha Eloy Chaves em 2002, 2003 e 2004 -ouro, e 2005, 2006 e 2007- prata.
Participam da premiação as companhias geradoras e distribuidoras de energia elétrica do País.

Palestra com biólogo da Duke Energy sobre reflorestamento, qualidade da água, turismo e lazer nos reservatórios da região
O biólogo da Duke Energy, Guilherme Furgler, proferiu a palestra “Manejo e Conservação Ambiental: a relação entre cobertura florestal, recursos hídricos, turismo e lazer”, dia 17, em Porecatu. Foram três apresentações no salão do Centro Social Urbano, como parte da programação do 1º Circuito Cultural de Preservação Ambiental, Pesca e Turismo, realizado pela prefeitura municipal de 17 a 30 de abril.
De manhã e à tarde, ele falou para mais de 500 crianças de 3ª e 4ª séries de sete escolas municipais de ensino fundamental. À noite, participaram 200 estudantes do ensino médio de três escolas da cidade.
Furgler abordou a importância da vegetação na manutenção e qualidade dos recursos hídricos, considerando-os não somente como habitat de peixes, “mas também como locais para atividades de lazer e turismo, tão importantes para o desenvolvimento econômico da região”.
Segundo ele, é importante divulgar junto às comunidades os programas da Duke Energy para manejo e conservação da biodiversidade nos reservatórios da região. “Entre outras iniciativas, mantemos um extenso programa para repovoamento do Paranapanema com peixes de espécies nativas, que coloca anualmente nos reservatórios 1,5 milhão de peixes, e um programa de revegetação nativa visando à qualidade dos recursos hídricos”, explicou. De acordo com a gerente adjunta de Comunicação da Duke Energy, Fabiana Aidar, a empresa participa de atividades voltadas à recuperação, preservação e educação ambiental, junto às comunidades em que atua na bacia do Paranapanema. “Durante o 1º Circuito Cultural de Preservação Ambiental, Pesca e Turismo de Porecatu, além das palestras, a Duke Energy promove solta de 160 mil piracanjubas no reservatório de Taquaruçu, dias 20 e 27. Nessa mesma semana, a empresa soltou um total de 860 mil peixes jovens de espécies nativas em quatro reservatórios do Paranapanema”, informou. A secretária de Turismo de Porecatu, Maria de Fátima Chukr, ressaltou a importância da parceria com a Duke Energy na realização de eventos voltados à educação ambiental. “A empresa tem um trabalho sério e importante de recuperação de áreas degradadas e preservação e manutenção do meio ambiente na região. Além disso, opera o reservatório que o município está vendo como importante alternativa para seu desenvolvimento econômico e para o progresso de nossa comunidade”, apontou.
Duke Energy solta 860 mil peixes no Paranapanema
Solturas de espécies nativas acontecem em quatro reservatórios; 1,5 milhão de peixes serão soltos até o final do ano
De 20 a 27 de abril, a Duke Energy realiza seis solturas de peixes jovens de espécies nativas na bacia do Paranapanema, num total de 860 mil exemplares. O reservatório de Taquaruçu receberá 160 mil piracanjubas; Jurumirim, 300 mil curimbatás; Chavantes e Salto Grande, 200 mil pacus cada. Até o final do ano a empresa deverá totalizar 1,5 milhão de peixes soltos nos reservatórios do rio Paranapanema.
As ações são parte do Programa de Manejo Pesqueiro, desenvolvido pela Duke Energy para repovoamento do rio. Segundo o coordenador do Programa, Rodolfo Sirol, os objetivos estão focados na manutenção da diversidade de espécies e aumento da produção pesqueira na região. Desde 2001, foram lançados mais de 10 milhões de peixes nativos no Paranapanema.
“As solturas acontecem em pontos estratégicos, respeitando as características ecológicas de cada reservatório favoráveis ao rápido crescimento das espécies e à proteção contra predadores”, explica Sirol.
As pesquisas e as ações do programa de repovoamento do Paranapanema são conduzidas na Estação de Hidrobiologia e Aqüicultura, na usina Salto Grande.
A Estação é composta de laboratórios para análises da água e reprodução de peixes, tanques de larvicultura e 53 tanques de alevinagem e estocagem de matrizes, que ocupam uma área de 22 mil metros quadrados. O trabalho engloba o processo de reprodução e desenvolvimento de ovos e larvas, a soltura e o posterior monitoramento, feito durante os estudos das populações.
Pesquisa - Como parte do monitoramento, há três anos a Duke Energy desenvolve um trabalho pioneiro de avaliação genética de peixes capturados nos reservatórios. Exames de DNA indicam se a produção induzida condiz com a genética das populações nativas. Esse trabalho é feito em parceria com universidades como a Unesp (Universidade Estadual Paulista) / Botucatu e a UEL (Universidade Estadual de Londrina).
De acordo com Sirol, os estudos que orientam quais espécies serão produzidas consideram, também, o que está sendo feito em outros programas de repovoamento. “A tecnologia disponível para a produção de peixes para repovoamento é mais favorável ao trabalho com pacu e curimbatá, espécies contempladas pela maioria dos programas existentes. Por isso a Duke Energy incrementa a produção de peixes que dependem de tecnologia mais avançada, como o dourado e a piracanjuba” - aponta.
Ainda de acordo com Sirol, avanços tecnológicos também garantem o sucesso de uma etapa fundamental às operações de soltura: o transporte dos peixes. Para poupá-los de estresse térmico ou mecânico, eles são acondicionados em caixas com isolamento térmico e um sistema de quebra ondas interno.
Os peixes viajam sob um efeito anestésico e, antes de soltá-los, a equipe da Duke Energy faz a troca gradual da água dos tanques de transporte, injetando água do reservatório. Além de eliminar o efeito anestésico, o procedimento coloca os peixes gradativamente em contato com a composição da água onde passarão a viver. “Graças a essa tecnologia, hoje o aproveitamento dos peixes nas operações de soltura é de 100%” – destaca Sirol.
Calendário de soltura - Abril

Data

Local

Espécie

Quantidade

20/04

Reservatório de Taquaruçu

Piracanjuba

80 mil

23/04

Reservatório de Jurumirim

Curimbatá

150 mil

24/04

Reservatório de Jurumirim

Curimbatá

150 mil

25/04

Reservatório de Chavantes

Pacu

200 mil

26/04

Reservatório de Salto Grande

Pacu

200 mil

27/04

Reservatório de Taquaruçu

Piracanjuba

80 mil


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