Futebol Começou a Copa Rádio Brasil Sul de Futebol em sua segunda edição. Prado Ferreira e Alvorada do Sul fizeram a partida de abertura no dia 21/01 em Alvorada do Sul e a equipe do Cláudio Moura levou vantagem na vitória por 4 a 1. Porecatu entrou na competição com a equipe do Supermercado Bela Vista em parceria com a Prefeitura Municipal e estreou na competição no dia 28/01 no Estádio João Lunardelli contra o Alvorada do Sul. Na próxima edição daremos detalhes do jogo.
Futsal
Terminada no final do ano de 2006 a Copa Integração de Futsal que aconteceu em Lupionópolis. A equipe da casa conquistou o título em partida bastante tumultuada na final contra a Farmais/Sindicato da alimentação de Porecatu..
O Jogo: a partida começou bastante equilibrada com chances de ambos os lados. O time porecatuense aproveitou bem as investidas ao ataque e vencia por 3 a 0, marcando forte com Felipe no gol, Tibuia, Thiago Maldonado, José Fernando e Canarinho. Jogo de cronômetro parado, diga-se de passagem, (bastante parado, o tempo não rendia, enquanto a equipe porecatuense estava à frente no marcador), tanto que a primeira etapa, de vinte minutos cronometrados, foi para quase quarenta. Roberto Cabreira alternava a equipe com a entrada de Paulo César (Xanquinha) e Léo. Iniciada a segunda etapa, a marcação da equipe de Porecatu, não dava espaços para o Lupionópolis, até que, prevaleceu a velha tática da pressão na arbitragem. Parte prá cima, xinga daqui, xinga dali, dá peitadas, ameaça, e o jogo foi paralisado. A pressão da equipe de Lupionópolis rendeu alguns objetos lançados contra os jogadores de Porecatu que se mantinham afastados da confusão gerada após a expulsão de um atleta lupionopolense, enquanto o árbitro do jogo era empurrado e agredido verbalmente por vários jogadores do time da casa. A pressão, como sempre, dá resultado e a equipe porecatuense, que estava com cinco faltas a seu favor, já aos oito minutos da etapa final, podendo usufruir do tiro livre após a sexta, não teve mais nenhuma falta assinalada, não que elas não acontecessem. Pressão daqui, pressão dali, torcida inflamada, inversão de faltas, o time do Lupionópolis virou o jogo. O cronômetro que não andava, passou a andar rapidamente e, quando questionado, o cronometrísta, passou a agredir verbalmente o dirigente da equipe porecatuense. Como parte da comissão técnica, ao ser ameaçado de expulsão injusta, preferiu deixar a quadra de jogo. O torcedor, que não está dentro da quadra, não sabe por quantas passam os jogadores, acuados e perseguidos pela arbitragem. O árbitro tanto procurou que achou uma maneira de expulsar o atleta Canarinho, tendo a equipe da Farmais/Sindicato da Alimentação ficado em desvantagem. Se para alcançar a vitória, vale se valer da “malandragem” como disse um atleta da equipe de Lupionópolis, então o futsal perdeu de vez o seu brilho. O Futsal do nosso tempo não é mais aquele esporte de contato físico violento, mas de toques refinados onde uma equipe tenta se valer dos erros adversários para atingir o objetivo que é o gol. A pressão sobre o árbitro em arena de uma torcida só, surte efeitos, mas não é o correto. Após uma nova inversão de falta, agora já com tiro livre direto para a equipe da casa, numa falta visivelmente a favor da equipe porecatuense, aos 18 minutos de jogo, percebendo que a situação não era boa, os atletas tomaram a decisão de deixar a quadra, mesmo sob os protestos do técnico Roberto Cabreira, partindo para os vestiários, enquanto alguns jogadores de Lupionópolis proferiam “elogios” às pobres mães dos meninos e à minha, que nada tinham a ver com o que acontecia. Pergunto eu: se invertêssemos as posições, qual seria a atitude deles? Se o jogo fosse em outra praça de esportes, como agiriam? O mundo dá voltas. Quem sabe um dia, diante de uma situação idêntica teremos respostas. E o cronometrísta, que em tempo algum foi molestado por nós, gostaria de inverter as posições? Torcer é bom, mas de forma saudável. A inconseqüência de tudo isso trouxe sérios prejuízos aos jogadores de Porecatu que dentro do vestiário, sentiram a força de alguns apaixonados torcedores que partiram para a lamentável violência, quebrando a vidraça do vestiário e atirando um pedaço de vidro e posteriormente uma pedra que rendeu ao goleiro Felipe, de Porecatu, três pontos na testa. A inconseqüência da pressão tem um preço. Pagamos por ele. Aconselhados pela briosa Polícia Militar através dos soldados Silvano e Marquinhos, a quem agradecemos, equipe e comissão técnica deixaram o Ginásio de Esportes pela porta dos fundos, de onde sempre entraram de cabeça erguida, pela porta da frente, para socorrer o goleiro Felipe. A busca da vitória a qualquer custo, deixa marcas. Marcas que não se apagam rapidamente, demanda tempo e espera. Marcas que machucam mais do que a própria agressão física. A equipe da Farmais/Sindicato da Alimentação de Porecatu agradece aos amigos de Lupionópolis, o médico que os atendeu no Hospital local, às enfermeiras e aos amigos que conquistou ao longo da sua trajetória pelo mundo do esporte. Deve-se dizer que a população de Lupionópolis nada tem a ver com o episódio. Lupionópolis é terra de povo honesto, ordeiro e pacato. Lá temos muitos amigos, e continuaremos a ter, mas lamentamos o fato ocorrido, que inflamou alguns poucos e inconseqüentes apaixonados torcedores, que não entenderam a atitude tomada pelos jogadores de Porecatu, até porque não estão dentro da quadra de jogo para sentir o que lá se passa. Pedimos desculpas aos torcedores pela decisão de abandonar a partida. Talvez até houvesse um retorno à quadra, após algumas conversas nos vestiários. Por fim é bom esclarecer que somos pessoas, com sentimentos, emoções, e caráter. O Esporte deve unir não afastar. Nossos agradecimentos aos organizadores da Copa Integração, ao anotador, aos jogadores Willian da equipe de Lupionópolis e ao Marzimo e o técnico do Frigorífico, bem como tantos outros que sempre nos incentivaram e se mantiveram íntegros, mesmo na disputa. A amizade verdadeira é como árvore de raízes profundas, ninguém consegue arrancá-la. Nosso manifesto de repúdio à atitude do cronometrista do jogo, a quem sempre respeitamos e de quem não recebemos o devido respeito. Um dia, quem sabe, ele nos entenderá. Terminada a competição a equipe de Lupionópolis foi a campeã, a Farmais/Sindicato da Alimentação ficou em segundo, Centenário do Sul em terceiro. O goleiro menos vazado foi o Cutin de Lupionópolis e o artilheiro da competição foi José Fernando, de Porecatu, com 13 gols assinalados. Agradecimentos ao Diretor de Esportes de Porecatu, Jorge Luiz Garrido pelo incentivo e apoio, ao Celso Mattos do Sindicato e ao Rodrigo da Farmais.
O porecatuense Bezerra chegou em segundo lugar na IV Prova Pedestre de Londrina, além de ter marcado presença na Corrida de São Silvestre. Ao lado dele, sua filha Vanessa de Souza , que já ostentou o titulo de Miss Porecatu.
Recordando
A equipe de handebol feminino do Colégio Diocesano, nos idos de 79/80, campeã dos Jogos Abertos de Porecatu: Solange Melo, Cássia, Zana, o técnico Mário Celso (de saudosa memória), Sonia Barrueco, Sandra Barrueco, Estela.