HIV/AIDS
A epidemia de HIV/AIDS não tem fronteiras. No Brasil surgiu a partir de 1984 e o primeiro caso nos E.U.A. foi registrado em 1980 (era Reagan). Como não poderia ser diferente, em Porecatu começou a partir dos anos 90 com o primeiro caso de hiv, sexo feminino, por uso de droga injetável.
Hoje, após o primeiro caso, já temos 16 casos confirmados e não há escolha por sexo, orientação sexual, cor, credo. Todos somos vulneráveis ao HIV. Somente o sexo com camisinha é seguro em todas as relações sexuais, seja oral, anal, vaginal.
O vírus entra na corrente sanguínea por micro fissuras durante o ato sexual. O vírus foi encontrado no esperma, na secreção vaginal e sangue. Para acontecer a contaminação tem que "ter" (haver) uma "porta" de entrada para o vírus hiv. A camisinha, tanto masculina como feminina, evita a transmissão.
Se hoje em Porecatu contamos com 16 casos e 6 óbitos, ainda existe muita gente desprotegida: o marido que infecta a esposa; as relações casuais sem proteção, sejam elas homossexuais, heterossexuais e os bissexuais que dividem sua paixão entre ele e ela; os usuários de drogas injetáveis.
Existem ainda os jovens que um dia iniciaram sua vida sexual e no momento do encontro usaram camisinha e depois com a relação, que acreditam ser estável, abandonam o uso do preservativo em nome do amor esquecendo-se que hoje, em tempos de aids, hepatite C e outras dsts, o amor vem da responsabilidade e consciência em se preocupar com o outro.
"Não seja mais uma vítima. A aids mata, se não for tratada. Ame sem medo de ser feliz: use camisinha."