Natal: Mais Cristo e menos Papai Noel, menos comilança e mais espírito de família.
Temos ouvido muitos apelos em relação às festividades natalinas e uma delas é muito significativa:- Mais Jesus e menos Papai Noel.
Não é certo que Jesus tenha nascido mesmo em um 25 de dezembro e estudos de textos bíblicos parecem indicar o mês de março como mais provável.
Não é que estejamos pregando o fim da fantasia infantil em relação ao Papai Noel, que faz a alegria das crianças e também do comércio em geral.
Queremos destacar que a figura de Jesus deveria ser mais reverenciada e não apenas neste dia, arbitrariamente fixado para tal, mas reverenciado no dia a dia, principalmente com atitudes cristãs.
Outro costume é a abundância na refeição regada a muita bebida no natal em algumas famílias, enquanto outras catam as migalhas caídas.
Vale para todas as refeições e como tal para o Natal:- Uma refeição familiar deveria ser mais que uma comilança. É uma grande oportunidade para alimentar os relacionamentos, acompanhar as novidades de cada um, a estimular empreendimentos, acolher e dar abraços calorosos e principalmente fazer uma realimentação das relações familiares.
Curtir os pais e filhos, essencial na vida de cada um, principalmente agora que a família está ficando menor, não só numericamente, mas principalmente pelo isolamento que contagia a muitos.
Nada como o encontro para a refeição natalina para incrementarmos, para revivermos e para avaliarmos o quanto é importante nossas relações familiares.
É curtindo a própria família, que aprendemos a valorizar a grande família, a família de Jesus.
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