Internet,
jogos, bate-papo, videogames e computador para
crianças. É cada vez
mais comum crianças em idade pré-escolar
já usarem o computador. Os pais e irmãos
mais velhos usam,, sendo automático o uso
pela criança pequena, movida pela imitação
e curiosidade natural. Torna-se um brinquedo simplesmente
irresistível para uma criança, mas
é necessário avaliar essa interação.
Equilíbrio no uso do tempo e bom senso
na seleção das matérias,
parecem ser os principais aspectos a serem observados
e trabalhados junto aos filhos. O mundo atual
tem muito dos artificiais dos shoppings, do videogame,
dos namoros virtuais, das salas de bate-papo e
dos sites em que a imaginação e
fantasia parecem não ter limites. Por isso
mesmo, cabe aos pais, desde cedo, impor limites
e regras no uso da internet, jogos e videogames,
em relação ao tempo e à forma
de utilização. Precisamos entender
quais são as atividades que as crianças
praticam no computador, pois essa ferramenta de
informação e entretenimento pode,
pelo excesso ou uso inadequado, fazer muito mal.
Nas primeiras relações da criança
pequena com o computador vai haver naturalmente
uma certa compulsão, obsessão e
uso excessivo, porém como não conseguem
manter a atenção em uma coisa por
muito tempo, logo ficam entediadas e passam a
fazer outras coisas. Mas à medida que vão
crescendo sem os limites, poderão correr
risco de ter sérios problemas físicos,
como de postura, psicológicos e principalmente
problemas educacionais, decorrentes da falta de
motivação para atividades escolares
sistemáticas e principalmente para o estabelecimento
de uma rotina que lhes garanta horário
para desenvolvimento das tarefas escolares e estudos
diários que vão passando para segundo
plano. O aprendizado através do computador
não é a melhor forma e nem o melhor
meio para trazer resultados positivos à
educação, sendo no entanto um excelente
complemento à escolaridade se utilizados
com parâmetros definidos que lhes garantam
não ficar demasiadamente expostos ao virtual.
Se os pais perceberem exageros, devem tentar desviar
gentilmente as atividades da criança para
outras coisas, entre elas as que envolvam movimento
do corpo tais como a natação, ping-pong,
caminhadas e esportes em geral. Em crianças
maiores, às vezes, isso tem que ser feito
forçosamente, através de restrições
com uso de senhas ou mesmo limitações
rígidas de horários, particularmente
e principalmente com o estabelecimento do horário
de dormir. Há muitas coisas boas no computador
que de maneira organizada e ordenada podem ser
benéficas, como por exemplo para o aprendizado
de habilidades sensoriais, motoras e cognitivas
interessantes, treino de leitura, trabalho de
conceitos abstratos, melhoraria da coordenação
motora e estimulo do interesse precoce pela pesquisa,
pelo conhecimento. Para isso existem muitos softwares
e sites na Internet com excelentes recursos, que
aliam a diversão ao aprendizado e que deve
integrar o item favoritos. Para isto deve se saber
qual a fonte que está acessando e proporcionar
condições básicas para que
as crianças busquem usar esse canal de
comunicação de forma eficiente e
saudável, onde o tempo e a qualidade são
aspectos essenciais. (repetimos) E um último
aspecto:- É bom ficar de olho no uso dos
videogames, dos microcomputadores e as longas
sessões de programas infantis de televisão
pelos riscos que podem trazer à saúde
ocular das crianças. Se observar algum
sintoma de irritabilidade ou dificuldade da criança
neste aspecto é indispensável uma
consulta imediata para orientação
de um oftalmologista, pois as crianças,
na maioria das vezes, se acomodam a pouca de distância
dos aparelhos e isso pode interferir na saúde
visual, além de provocar outros sintomas
desagradáveis, entre eles, dores de cabeça
constantes e a preguiça mental. Podem consequentemente
prejudicar sensivelmente o rendimento escolar
das crianças. É preciso uma vigilância
mais enérgica por parte dos pais em relação
à educação de nossos filhos
na utilização desses equipamentos,
estabelecendo regras claras e limites adequados.
Vale a pena lembrar Içami
Tiba:-Quem
ama educa.