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Voluntariado - O Vale On Line |
Armando e Graciema distribuem cestas básicas para as entidades
No dia 10 de abril o casal Graciema e Armando Simeão comemorou Bodas de Ouro. Familiares e amigos festejaram o evento numa belíssima e emocionante festa.
Numa atitude bonita e inédita, Armando e Graciema dispensaram os tradicionais presentes e lembranças e solicitaram aos convidados que doassem cestas básicas de alimentos que seriam posteriormente entregues às entidades assistenciais e estudantis.
Foram arrecadadas 131 cestas que foram assim distribuídas: Escola Municipal Hélio Pedro Vanzella, da Fazenda Central; Escola Municipal Tiradentes, da Vila Congo; Casa Infantil Maria Helena; CEMEI Vicente De Conti; CEMEI Maria Tereza Spirandelli; Asilo São Vicente de Paulo; Centro de Vivência da Terceira Idade e para uma entidade da cidade de Florestópolis.
Parabéns ao sr. Armando e dona Graciema pelos 50 anos de feliz união matrimonial e pela belíssima iniciativa em auxiliar as entidades. |
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A Lei Federal 8069/90 – Estatuto da Criança e do Adolescente prevê que pessoas jurídicas podem doar até 1% e físicas até 6% do imposto apurado na declaração completa de ajuste anual. A totalidade da doação será descontada desse valor. As doações são depositadas na conta do Fundo da Infância, gerenciada e fiscalizada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, que é composto por representantes da comunidade, que aprovam os projetos que beneficiarão programas de atendimento à criança e ao adolescente.
Em Porecatu as entidades contempladas com as doações de 2008 foram o Programa de Atendimento ao Adolescente Lucilia Giglio Rossi, coordenado pelo SOS, Guarda-Mirim e APAE.
Para maiores esclarecimentos fale com o seu contador e retire sua guia própria no Departamento de Serviço Social (Centro Social Urbano). Fone: 3623-1922 ou 3623-1045
Campanha de doação do Imposto de Renda ao Fundo da Infância
Comissão do ano de 2009:
Lourdes Bazoni – CMDCA
Aldilene Picolo - CRAS
Cidinha Campos – APAE
Daniela Minchilo – SOS
Lucia Pelissari - SOS |
Chá do S.O.S. - Sucesso repetido
Dia 26 de setembro aconteceu o tradicional chá beneficente do SOS. Ambiente agradável, desfile de modas, pratos saborosos. A Diretoria agradece pela colaboração. |
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URAR faz doações ao Asilo em Porecatu
A Unidade Regional da Sanepar de Arapongas, à qual pertence Porecatu, há anos promove a arrecadação, de dinheiro entre os funcionários. Com este compraram 23 mantas e roupas, para entregar às entidades beneficentes no inverno. Neste ano privilegiaram nossa cidade fazendo a entrega ao Lar Pe. Calógero Gaziano (asilo). Aqui estiveram em 09/07 fazendo tão preciosa entrega. |
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Perfil de uma voluntária
Dona Gércia Teixeira Figueirol nasceu em São Sebastião da Grama, SP. Casada com Manoel Figueirol Filho, chamado por ela de Manoelzinho, tiveram 6 filhos, 11 netos e 6 bisnetos, uma família maravilhosa. Para ela não existe família mais bonita que a sua. O marido foi o primeiro funcionário a dar início à Usina Capivara e ao aeroporto, quando a travessia ainda era em balsa. Professora (alfabetização e Treinamento de Liderança Cristã), deu aulas para adultos na zona rural à luz de lampião, foi diretora na Escola R. M. Tiradentes (Vila Congo), Diretora da Unidade Infantil no Núcleo Social em Porecatu, foi a primeira bibliotecária (pioneira) e quem inaugurou aqui a primeira biblioteca na Escola Rui Barbosa. Em Sertanópolis, criou outras três.
Padre Luiz Giavarini comprou uma casa e convidou-a, e ao marido, para liderarem a fundação da Capela Sagrado Coração de Maria na Vila Iguaçu. Para tal, prepararam-se com o curso de coordenadores, iam às residências oferecendo orações, reuniam-se na garagem de casa e o padre atendia semanalmente difundindo o terço. A adequação da construção foi com ajuda da comunidade, outros voluntários para arrecadação de prendas, aulas e venda de artesanato, rifas, quermesses, etc. E a capela aí está. |
Voluntariamente todos os meses D. Gércia ajuda na compra de pães no projeto da voluntária Guiomar; arrecada ovos de Páscoa para os internos do Lar P. Calógero Gaziano (asilo) e ela e a amiga Geni rezam com eles todas as semanas. Católica, ainda nem sabia gesticular, o pai conduzia sua mãozinha para o sinal da cruz na reza noturna diária da família.
Dona Gércia é assim: especial, fervorosa, doa-se por inteiro ao semelhante, tem o rosto emoldurado de bonitos cabelos brancos, bem naturais, com feição de madona. Ela atrai o semelhante pela constante mensagem de Deus contida na sua fala doce, nos seus gestos. Deus é sua vida, de quem recebe ajuda nas horas tristes e alegres e sem o qual não é ninguém. Desde a manhã quando desperta e pelo decorrer do dia vai dizendo: “O Senhor é meu pastor e nada me faltará.” Morte? Não pensa nela pois a morte nada mais é do que a devolução do filho para Deus. Fez tudo que Ele gostaria que ela fizesse, sabe que não irá decepcioná-Lo, tem plena convicção de missão cumprida e quando Ele quiser, irá direto para o céu encontrar-se com Ele e os parentes que lá a esperam. Mas nós sabemos que muito tempo se passará para que isso aconteça.
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Por amor à vida
Os espaços são amplos, arejados, confortáveis, bem estruturados. Construído na Chácara dos Vicentinos, no lançamento da pedra fundamental D. Geraldo Magela esteve presente. Fundado pelos voluntários José Urias Chiarato, José Squilino e Luiz Eufrásio Fávero (este é seu presidente pela sexta vez) e o vice é o Dr, Getúlio Travaglia.
Sua manutenção vem dos 75% do salário mínimo da aposentadoria dos internos, doações na Missa do Quilo no terceiro domingo do mês, da dedicação da comunidade, voluntários e padrinhos. A fisioterapeuta Vera Lacotis e Dr. Agamemnon atendem no local. O José Martins, residente há 14 anos e a Noêmia, há 24, são também indispensáveis colaboradores.
Eva Ferreira, Sirlei Ferreira, Neusa Pereira e Maria Aparecida trabalham no Lar Pe. Calógero Gaziano (asilo) em perfeita sincronia, divertem-se entre si, ajudam-se, gostam das tarefas e não admitem a idéia de serem removidas para outro local. |
A eles dão amor, carinho, remédio na hora certa, comida na boca, banho, limpam, jogam cartas, preparam-nos para as festividades de fim de ano, para a Páscoa, para rezarem o terço. Hoje são 25 internos, de 44 a 94 anos (estes são 3), sendo 6 acamados. A primeira interna foi Maria Rita, uma senhorinha sem família, que ficou por 12 anos. São filhos de Deus, são longas, emocionantes e tristes histórias de vidas que se esvaem pelo tempo, abandono, pobreza, solidão, velhice, ausência dos filhos, netos, dos quais foram distanciados pelas circunstâncias, pelo desamor, pela necessidade, pela indiferença. Nos trejeitos, no semblante, na memória fugidia, na saudade, na dor, nas rugas, nos cabelos brancos, nos rostos angelicais, muita sabedoria, muitas lições e muita carência acumuladas. E aqui, no Lar Padre Calógero Gaziano, juntam-se eles trocando amor, recolhendo amor, espalhando amor, implorando o amor alheio, o seu amor, o meu amor. Às quartas-feiras e domingos, mais arrumadinhos do que nunca, eles esperam por nós. E quase sempre, para quase, ninguém aparece, nenhuma visita chega, muito menos um parente se manifesta para levá-los de volta pra casa. E ainda assim, ousam ser felizes. |
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Perfil de uma voluntária
Meiga, bonita, semblante tranquilo e sorridente, de muita classe, ao mesmo tempo que simples e humilde, como Maria Aparecida Alves poucos a identificariam. Ela é a Tuta, apelido com o qual já nasceu. Artesanalmente confecciona em arraiolo, ismirna, crochê e é uma admirável decoradora de interiores, haja vista a própria casa de um bom gosto invejável também com a vida de plantas floridas e diversos pequenos animais.
Aos catorze anos começou a trabalhar registrada: foi caixa de mercado, professora na zona rural e desde 1.982 é secretária no Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Porecatu e Região e é habilitada na expedição de Carteira de Trabalho e Previdência Social. |
O que ela não se dá conta é que, paralelamente à profissão, à missão de ser mãe do Leonam, esposa do Celso Fernandes Mattos há 26, é uma ativa voluntária na promoção do bem-estar do seu semelhante. É da diretoria do SOS, do PROVOPAR, da APAE, foi do Conselho de Assistência Social, Conselho de Turismo, trabalhou com ênfase no Rotary Clube junto ao marido. Não só é madrinha de um residente do Lar P. Calógero Gaziano (asilo) como ainda financia parte do bolo de final de ano e a cesta da Páscoa. Aos trabalhadores prestes a se aposentar foi incansável em dar entrada com os processos já montados dentro do prazo, ajudou na correção dos seus vencimentos proporcionando alegrias e ajudas a muitas famílias. Na diretoria 0e conselhos das entidades dá idéias, sugere, vota na aprovação de projetos, ajuda nas promoções para arrecadação de fundos, bingos, bazares, jantares, chás, feiras, vendas de cartelas, ingressos, etc. Desde sempre Tuta quer colaborar, oferecer sua disponibilidade, sentir prazer em saber dos adolescentes fora da rua, com objetivos e conquistas, com destinos certos e felizes; trabalhadores justiçados porque ela atuou nas vidas deles, que os asilados sintam no paladar o sabor doce de uma fatia de bolo, de uma bolacha de chocolate, com saúde, com paz no coração. |
Gincana do Colégio Diocesano proporciona doação de alimentos para a APAE
A Escola de Educação Especial Jorge Rudney Atalla Júnior mantida pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Porecatu agradece sensibilizada a manifestação de carinho e espírito cristão dos alunos, professores e direção do Colégio Diocesano João Paulo I pela doação de alimentos advindos de Gincana Estudantil a esta entidade favorecendo 140 Pessoas com Deficiência, contribuindo com uma alimentação de qualidade.
Sensibilizados por tão nobre gesto de amor ao próximo manifestamos votos de elevada estima e distinta consideração em nome de nossos alunos, pais, professores e diretoria, rogando a Deus muitas bênçãos às famílias contribuintes, alunos e equipe de trabalho desse conceituado estabelecimento de ensino.
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Perfil de uma Voluntária
Marina Borges de Paiva, falante, preocupada com as coisas da casa, solícita, trabalhou a vida toda, mais de uma tarefa por vez. Foi bóia fria, lavadeira por 30 anos, fez pão caseiro para vender, casou aos 14 anos e há 3 comemorou Bodas de Ouro; tem 8 filhos (2 adotivos), 12 netos, 4 bisnetos e cria a neta especial da qual não abre mão. Nasceu em Campos Novos Paulista e está por aqui desde os 9 anos. Na casa da Rua Rio Grande do Sul mora há 30 anos e diz que dela só sairá para o Cristo Rei (cemitério local).
Saudável, diz que Deus é seu remédio, liberta-a através de orações e ela O louva por isso. Católica praticante, Vicentina, do Apostolado da Oração, da Pastoral do Imigrante e praticante de boas obras. Gosta de ajudar o semelhante e diz que isso é uma bênção de Deus. |
Oferece-se para ser acompanhante de hospitalizados, de doentes nas casas, a servir em velórios, a fazer e vender pizzas para arrecadar dinheiro aos necessitados de comida e remédio, a ajudar nas festividades beneficentes, SOS, quermesses, a passeios com idosos aos ranchos, beira d’água, visitação ao Asilo, visitas domiciliares, correntes de oração, junta reciclável, ajuda em cozinha beneficente, etc. Sua missão nesta vida é ajudar com todo amor e carinho.
Ir embora desta vida? Só quando Deus determinar. Acha que não está preparada, que ainda não fez tudo. Deus tem tido muita misericórdia para com ela e está sempre à disposição d’Ele.
Marina, aos 69 anos, é mais uma voluntária do amor. |
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Por amor à vida
O Grupo de Oração Sagrado Coração de Jesus (Vila Iguaçu), cuja coordenadora é a Benedita Monteiro, reúne-se na Capela Sagrado Coração de Maria na Vila Iguaçu às segundas e sextas-feiras, para louvor, reflexão, oração, cura e libertação.
Com o mesmo ideal visita o asilo, as residências e levam a comunhão aos doentes. Às 15 h de todos os sábados o evento é na capela do hospital com músicas e fervorosas orações em favor da enfermagem, médicos, funcionários e doentes internados. A cerimônia é convidativa, confortante, emocionante e toca profundamente os corações. Todos podem comparecer. |
Pastoral da Criança comemora 25 anos
O Brasil esteve em festa no mês de setembro com a comemoração do Jubileu de Prata do programa da Pastoral da Criança.
Há 25 anos surgiu a brilhante idéia de se criar um programa voltado para a assistência da infância carente. A cidade de Florestópolis tem os maiores motivos para comemorar pois foi lá que o plano piloto foi implantado espalhando-se depois pelo Brasil e outros países.
Sua idealizadora foi a sra. Zilda Arns que esteve em Florestópolis para a comemoração dos 25 anos de sua grandiosa obra.
Caravanas de várias cidades do país compareceram para um dia de muita festa, mas também de muito louvor e agradecimento. |
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Agradecimento
O S.O.S agradece aos colaboradores da 8ª Festa de Queijos e Vinhos. São eles:
Tamanini Seguros, A Dois, Vip Modas, O Boticário, Farmácias do Robertinho. Farmais, Supermercado Bela Vista, Supermercado Boa Vista, Supermercado Alvorada, Supermercado Thenan, Centrocópias e Papelaria, Padaria Santa Terezinha,Funerária Bom Pastor, Banco Bradesco, Bar Continental, Assoc.Comercial, EB Motos Suzuki, representante Ciavena, Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Alimentação, J.F Andrade, Hotel Caianas, Pizzaria Cantinho da Pizza, Interclínica, Faculdade Paranapanema, Cofercatu, Usina Central do Paraná, Auto-Posto Pirapora, Auto Posto Iguatemi, Casabella, GM Montagem Industrial, Pet Shop Kão Chic, Carvão Crioulo e à Irmã Fátima da Escola Vicentina Santa Luiza, pela cessão da quadra para a realização do evento.
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SOS de Porecatu recebeu 10 computadores
No dia 26 de janeiro, na sede do SOS, aconteceu a cerimônia de entrega de dez computadores doados àquela entidade pelos Correios do Brasil.
O vereador Osmar de Oliveira, através do deputado federal Hidekazu Takayama, viabilizou os computadores ao SOS, para utilização no seu Programa de Inclusão Digital.
Presentes ao ato da entrega o sr. Itamar Ribeiro, diretor dos Correios no Paraná, o sr. Rubens Danemann, secretário executivo dos Correios no Paraná, vereadores de Porecatu, presidentes de entidades assistenciais e convidados.
A presidente do SOS, professora Lora, agradeceu e enfatizou a importância da aquisição e, em seguida, usaram da palavra o vereador Osmar, o sr. Rubens e o sr. Itamar. |
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Comunidade Irmã Clorinda – Uma feliz realidade
Surgida por inspiração do querido padre Luiz Giavarini, a Comunidade Irmã Clorinda propõe-se a recuperar vidas. Graças ao apoio das pessoas de boa vontade, o Projeto Irmã Clorinda já se encontra em fase de recuperação de vidas atendendo a 04 internos. A atual diretoria apresenta o movimento financeiro de 11/2006 a 09/2007: |
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Perfil de um voluntário
Lupércio Guandeline nasceu em 06 de Outubro de 1.950 em Londrina e mudou-se para Porecatu dia 06 de Outubro de 1.975, numa segunda feira, dia em que tomou posse no Banco do Brasil. Casado com a Luci, pai da Liliani e do Leonardo, sendo este último filho de Porecatu. Desde então, tem se destacado pelas ações comunitárias a que foi convocado, sempre doando o máximo de si.
Aposentando-se em agosto de 1999, mesmo não tendo nenhum outro membro familiar residindo aqui, e já que seus filhos foram estudar fora (como todos os filhos de Porecatu) e não mais voltaram, ele permaneceu.
Dentro do seu espírito fraternal e de um voluntariado nato, ingressou na Associação Comercial em janeiro de 2000. Com sua visão empreendedora fez uma verdadeira revolução na classe empresarial local, conseguindo pela primeira vez que o comércio de Porecatu sorteasse no Natal de 2000 um carro 1000, 0 km. |
Repetindo a dose no ano seguinte com o sorteio de 1 casa, colocando assim a nossa cidade em destaque regional, qualificando-o para presidir a CACINP – Coordenadoria das Associações Comerciais e Empresariais do Norte do Paraná, num total de 42 ACE’s, ostentando esse cargo desde Julho de 2004. É Diretor de Eventos da ACEP, membro da Igreja do Evangelho Quadrangular e palmeirense convicto. Gosta de MPB e sonhava ser músico. Frustrado por não servir na Aeronáutica no Rio de Janeiro, fez Tiro de Guerra em Londrina. Bom em assados e peixes, gosta de reunir os amigos para comer e conversar. Vez por outra comete alguma indiscrição quando fala o que não deve (ou deve?).
Este irmão (como gosta de ser chamado), não se cansa de afirmar que o seu amor por Porecatu é tão grande que pretende passar o resto de seus dias se dedicando ao desenvolvimento de nossa cidade. Lupércio lamenta que outras pessoas também com potencial para tal, não tenham a mesma dedicação. Cidadão convicto de seus objetivos não quer nem por brincadeira que o seu nome seja lembrado para disputar um cargo eletivo.
Simpático, risonho, atencioso, aniversariante do dia 6/10, que ele fique por aqui muitos tempos cometendo suas luperciadas entre nós. |
Namoraram um ano. Menor, dezesseis anos não podia casar no civil, mas para Dario importava mesmo era a bênção religiosa. Padre Calógero aprontou os papéis para o casamento dia vinte e seis de janeiro mas faleceu antes. Quem os casou foi Padre Francisco. Tudo aconteceu naquele dia: acabou energia, choveu a cântaros e Dario tinha convidado a cidade inteira.
Pela terceira vez Primeira Dama de Porecatu, na primeira eleição do marido não pôde votar porque não tinha idade. Artista Plástica, é artesã e pintora. Presidente do PROVOPAR, do Governo Estadual repassou aos porecatuenses cadeiras de rodas, cestas básicas, roupas e curso de recicláveis com João do Lixo. Ganha retalhos da Malharia da Iraci, confecciona e doa enxovais de recém-nascidos. Presenteou o Asilo São Vicente de Paulo com trinta colchões fornecidos pela Casabella, mensalmente festeja os aniversários dos internos com um bolo e no final do ano entrega a todos uma sacolinha de TNT (confeccionada pela Darci) contendo pijama, chinelos, panetone, camiseta, cueca ou calcinha. Para arrecadar fundos abriu a Loja do PROVOPAR vendendo comes e bebes e artesanato, promove o Forró da Terceira Idade e loca o salão do CSU para eventos. Atende carentes com botijão de gás, medicamentos, água, luz, agasalho, fralda geriátrica, etc. Os andarilhos ganham um banho, uma troca de roupa limpa e passagem. Vilma acha que a parte social não deveria depender da prefeitura, por isso, atuante, ela corre muito atrás. Presente de aniversário dela, aos parentes, pede em dinheiro que investe no seu trabalho. Traz objetos de casa, móveis, colchões e tudo que possa dividir com os necessitados, assim como para completar as instalações dos seus ambientes de trabalho.
O espírito de ajuda ao próximo e seu amor pelos animais nasceram com ela, são muito fortes e ela sente como pedidos de Deus. Em casa ela tem doze cães. Se vê na rua um doente e não toma uma atitude, não dorme, quase enlouquece. Como deixá-lo morrer sem fazer nada?
Ela pede ajuda, busca, faz, acontece, mas considera pouquíssimo. Para agir a contento, convoca a diretoria do PROVOPAR e mais você para ajudá-la com doações, com seu tempo vago, com sua mão-de-obra, suas idéias, para contatá-la. O PROVOPAR – Programa do Voluntariado Paranaense – é no Centro Social Urbano.
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Por amor à vida
No ano de 2000, Cirinéia e Zani fundaram uma entidade para promover o bem-estar dos animais e orientar a sociedade com relação a eles com atendimentos feitos nas casas delas e de outros voluntários que foram se juntando à causa. Nunca, em 7 anos, a nenhum animalzinho foi permitido eutanásia, ainda que por recomendação médica; sequer um deles foi devolvido à rua, mesmo que cego, deficiente, paralítico ou em estado terminal.
Todos tiveram novos donos e um aconchegante cantinho para morar. Enquanto isso, anualmente, a turminha fazia e vendia bombons no Dia dos Namorados (umas trezentas cestas), consórcio de pinturas mediúnicas e doações juntando dinheiro para a aquisição de uma sede.
Com a planta do Engenheiro Fábio e topografia de Elizeu Merendi (ambos gratuitamente) para a reforma e adequação do prédio.
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Finalmente, dia 5/5/2.007, à Rua Presidente Kennedy 1.155, foi aberto o Abrigo para animais São Francisco de Assis com Ambulatório e Consultório Médico Veterinário cumprindo todas as exigências da lei, com Decreto Municipal de Utilidade Pública e aprovação pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária. Tem 4 baias, UTI, sala de pequenas cirurgias, de curativo, e dependências para tudo mais. O Médico Veterinário Rafael Grellet Alves atende às segundas-feiras até às 19h e sob sua prescrição, diariamente as voluntárias Zani Aparecida de Carvalho Ninno e Edna Gomes Simões fazem curativos, banhos, injeções e medicamentos. A função do abrigo é tratar os animais domésticos de pequeno porte com controle de natalidade (esterilização e anticoncepcional), vítimas de machucaduras, vermes, abandono, desnutrição, maus tratos (na grande maioria), trabalho de parto, etc; fraturas, cirurgias, internações e casos graves, são encaminhados para hospitais fora daqui. Curados, são colocados para adoção. O sucesso é tanto que, na primeira semana deste mês foram doados 15 cães e tem gente na fila de espera. As despesas, que são muitas, provêm de uma reserva e a diretoria conclama a população para ser Sócio Contribuinte, obter o Carnê Saúde Animal e visitar o espaço que vem de uma luta séria, trabalhosa e longa, que é uma grande e preciosa conquista para Porecatu. Na quarta diretoria estão: Presidente: Eliane do Carmo Galhardo; Vice: Cirinéia Iolanda Maffei Monteiro; 1º Secretário: Irineu Benigno Pereira Filho; 2ª: Rosângela Cristina de Souza Pereira; 1º Tesoureiro: Roberson de Andrade Ribeiro; 2º: Jonas Barbosa de Souza. Conselho Fiscal: Denise Ferreira da Silva, Roseli Queiroga Pazzoto Vieira e Eda Valladão Gusmão dos Anjos. Suplentes: Rosalina Barbosa dos Santos, José Marcos de Azevedo e Darly Franco Veras Júnior. |
Festa junina no Asilo
No dia 29 de junho as agentes comunitárias, juntamente com a equipe de saúde do Posto da Vila Iguaçu, realizaram uma animada festa junina no asilo de Porecatu. Contamos com a presença do grupo de forró do Paraíba, que agitou a festa. Agradecemos a colaboração do leite Flora Milk e das agentes comunitárias que permitiram a realização desta festa.
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Perfil de uma voluntária
Moravam em Florestópolis e sua mãe cuidou da Casa Paroquial por 10 anos. Benedita, menina ainda, circulava livremente pela casa do padre, sacristia, igreja e já dava aulas de catequese a outras crianças. Quando o padre viajava, às escondidas, ela tocava música sacra no órgão da igreja que aprendia sozinha e pegava as moedinhas dos pés da santa para comprar doce. Casou aos 23 anos.
Não tendo filhos, 5 anos depois, o casal adotou Marco Antônio que tinha 6 meses. No sonho maior de ter também um rebento do próprio ventre, devota de Deus e Nossa Senhora, Benedita chorava, prosseguia orando, pedindo a grande graça e fazendo promessas.
Aos 10 anos de casados, nasceu-lhes Juliano que, infelizmente viveu apenas dois meses.
Viúva, contraiu matrimônio com Mário Zocante que de pronto tomou Marco Antônio como filho seu.
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Voluntária da UNICEF, da amizade com as Irmãs Religiosas, estas se condoeram com a perda e com uma semana propiciaram-lhes a chegada da recém-nascida Mariana, nascida em Cornélio Procópio.
Para o filho Marco Antônio (Peixe do pátio) Mário é o pai do seu coração; Benedita é a baixinha guerreira que ele ama de paixão, que vivia nos hospitais socorrendo-o por causa da bronquite, que o educou, que o escolheu a ele e Mariana para filhos, que se doa, que é a dona da vida dele, todo tempo prestes a servir as pessoas e esquecer-se de si mesma. Sempre de pé, se tem uma causa, luta, vai até o fim.
Mário tem-na como super esposa, dedicada, que se desmancha por eles. E para ele, ser pai adotivo é devotar o mesmo amor e carinho como se os filhos lhe fossem biológicos.
Benedita Jorge de Oliveira Zocante cursou Pedagogia e aposentou-se como Orientadora Educacional. Ela é do Conselho do SOS, auxilia nas suas promoções, é Coordenadora Geral das 86 capelinhas que peregrinam pelas famílias, é do Grupo de Liturgia da Igreja Católica e prazerosamente ocupa-se muito em ser avó de Micael e Beatriz. |
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Perfil de um voluntário
Ele chegou a Porecatu em 1.970. Ajudou o pai a transportar cana no caminhão, depois construiu esgoto quando as ruas nem eram asfaltadas, trabalhou na edificação das casas da Vila Josefina e em serviços gerais na CBPO. Estudou no Diocesano até a 4ª série.. Estimulado pelo amigo Padre Vítor Gropeli retomou os estudos isento das mensalidades, por graça do Professor Dionísio e do Antônio Lázaro de Moura, o Tonhão. No primeiro ano do ginásio, eleito Presidente do Grêmio Estudantil, ficou por dois anos.
No Curso Comercial, como Presidente do Centro Cívico, construiu a quadra e a biblioteca. Diretor Esportivo, pôs o colégio nos jogos abertos e o fez campeão dos jogos estudantis da UPES – União Paranaense de Estudantes. Concluído o segundo grau ficou no Diocesano por dois anos como Inspetor de Alunos. Maurício foi trazido pelo Tonhão para o fórum, no Cartório Eleitoral. |
Prestou concurso para Escrivão Criminal que assumiu em 1.976, permanecendo até hoje. Em 1990 concluiu o curso de Direito em Tupã.
A esposa é Célia Regina Delfino Agostinho e os filhos são três. Desde sempre é da Igreja Católica. Iniciou na Cruzada Eucarística Infantil, Coordenador do TLC – Treinamento de Liderança Cristã, faz palestras aqui, em outras cidades, Mato Grosso e Paraguai em encontros e congressos. É Ministro da Eucaristia, Pregador da RCC, Membro do Movimento Familiar Cristão, Fundador da JOAP, Coordenador da Equipe de Comunicação da Paróquia do Jornal Aparecida Convida e Missões Populares Permanentes. É do grupo São Francisco de Assis do Movimento Familiar que faz visitas domiciliares, promove uma cantata de Natal nas casas arrecadando alimentos às famílias carentes e faz, no asilo, uma festa de confraternização por ano com lanches e orações.
Maurício é solicitado para gravações de propaganda volante, noticiosos, anúncios importantes, mestre de cerimônias, apresentações de eventos, formaturas, locução, palestras, etc, o que faz voluntariamente. Começou em Lupionópolis no Cine Santo Antônio. Na Rádio Brotense foi locutor sertanejo, comandou o programa romântico Suave é a Noite, programas de esportes e religioso. Nela está desde a sua instalação. Voluntariamente, tem o programa Semente da Paz do qual gravou um CD de orações dos seus 26 anos de rádio. É titular da Equipe de Esportes, narra futebol, na cidade colabora com eventos esportivos e com o futsal para campeonatos. No O Vale do Parapanema escreve há anos a coluna Esporte no Vale.
Para Benedito Maurício Agostinho religião é o direcionamento para Deus, um norte onde se pode encontrar condições de aproximar-se Dele. É católico por convicção e estudou profundamente sua doutrina. Inferno é a ausência de Deus, caminho procurado deliberadamente. O céu se constrói aqui. Na presença de Deus o homem está no céu. Morte não é o fim, é o começo de tudo. Vivemos aqui um tempo cronológico e a morte é a conquista de um tempo eterno no qual nunca mais vai haver choro nem sofrimento. Se Maurício perder esta concepção, sua vida de nada valerá. Sua norma de vida vem de encontro a um poema: “Se a chama de amor que arde dentro de mim se apagar, o que está ao meu redor morrerá de frio |
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Perfil de um voluntário
Wladmir Trunckle nasceu em Itapuí, interior de São Paulo, e reside em Porecatu desde 1.970. É Bacharel em Ciências Contábeis e Econômicas, Técnico em Auditoria Contábil, Administrador Hospitalar, presidente do CREDICATU e pecuarista.
Voluntariamente é presidente do COMPOR, do CONSEPOR, da Guarda Mirim, do Paraná 12 Meses, do Projeto Crescendo em Cidadania; membro do Conselho Municipal de Assistência Social, do PROVOPAR, do Conselho Municipal de Sanidade Agropecuária, do Conselho Municipal do Emprego, do Banco Social de Porecatu, do Conselho Municipal de Porecatu – Fome Zero e do Asilo São Vicente de Paula.
Há 21 anos é titular do programa diário Ave Maria na Rádio Brotense, ao vivo, e há 9 anos do programa Oração Matinal.
Wladmir sente-se preenchido. |
O voluntariado dá-lhe grande satisfação, até porque já não se está atrás do dinheiro. Adora o que faz. Tem sabor de vida, é vida! Há algo superior nessa dedicação. Ele faz o máximo no que compreende a prática do bem, sem olhar a pessoa, sem esperar retorno. Luta aceitando os desafios e recusando derrotas e o fará até quando Deus quiser: Peço a Deus que me leve trabalhando. Compartilhar ele aprendeu com a mãe desde cedo ao vê-la dividir em partes iguais um pão bengala para os cinco filhos todas as manhãs. À noite ela trabalhava como telefonista com um aparelho instalado em casa e de manhã fazia parte na Legião da Boa Vontade. Seus exemplos o despertaram para o voluntariado e ainda pequeno traçou sua meta: O dia que eu puder quero dedicar-me aos mais necessitados. |
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Perfil de um voluntário
Marcell Josephy Barchesky tem vinte e cinco anos e cursa Educação Física na UEL. Quer ser profissional em prol da saúde. Como estagiário atuou nos Postos de Saúde acompanhando hipertensos e diabéticos e com crianças de primeira à quarta série.
Voluntário no Projeto Viver Melhor voltado à terceira idade, atua com exercícios físicos, atividades recreativas, avaliações física e motora, palestras sobre qualidade de vida, saúde e noções de anatomia.
Cria exercícios com as pessoas sentadas porque muitas das senhorinhas usam saia (e não calça comprida); não ministra dança com respeito às evangélicas. Marcell acha ótima a resposta que o grupo dá com resultados positivos.
Acredita que se deva investir na prevenção pois daqui vinte anos o número de idosos vai explodir.É muito curioso ver um rapazinho bonito e jovem trabalhando com os idosos, dando do seu tempo com dedicação, responsabilidade e amor. |
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Comunidade Irmã Clorinda comercializa frangos, galinhas e ovos caipiras
Os animais são tratados em sistema orgânico, ou seja, alimentados com milho e verduras.
Os interessados em adquirir esses excelentes produtos poderão ligar para o Marcelo (99671450) ou para a Daiani (99164991).
Entrega na residência.
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Lucro do evento – R$ 31.341,00 |
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Comunidade Irmã Clorinda agradece à Duke Energy
Como é de costume, a Duke Energy promove todos os anos o dia do voluntariado em que presta serviços de reforma e manutenção em escolas, entidades ou instituições sem fins lucrativos. É um trabalho meritório e de suma importância para quem é contemplado por ele.
Neste ano a beneficiada foi a Comunidade Irmã Clorinda que recebeu excelente melhoria graças ao abnegado trabalho dos voluntários da Duke.
A COMUNIC expressa, de público, seu agradecimento e roga a Deus que cubra de bênçãos os seus benfeitores. |
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Perfil de uma Voluntária
A porecatuense Jaceara Barbosa de Souza nasceu num ambiente musical cujo pai, do Conjunto Musical Mensageiro da Noite, era um exímio executor de cavaquinho e violão. Para os ensaios em casa pedia que ela fizesse base para ele acompanhando-o ao violão. Ela toca também trompete, flauta, corneta lisa, corneta de um pisto, teclado, bateria e mais percussão. Em criança era da fanfarra do Diocesano no repique. Em 1.985, quando o colégio estava sob a orientação da professora Risoleta, Jaceara formou uma fanfarra para a qual a diretora providenciou uniformes e instrumentais. Com quatro meses de ensaio classificou-se em 2º lugar num concurso em Santa Fé e no ano seguinte foi 1º lugar em Maringá. Em Campos do Jordão, em 1.988, fez uma fanfarra que ainda hoje está na ativa. Na gestão Pícolo criou outra que, com dois meses, ganhou o 1º lugar em Maringá no Concurso de Bandas e Fanfarras. |
Em 1.997, formou a fanfarra da APAE e por um ano trabalhou-a. Entre outras apresentações, tocou para o casal Rudney Atalla e Jaci. À frente da fanfarra da Guarda-Mirim, organizada por ela, ensinou o básico de como lidar com os instrumentos de percussão. Apresentou-a em inúmeros locais, nas noites de domingo na frente do Museu e Casa da Cultura, nas formaturas das Escolas Prof. Malvino de Oliveira e Ricardo Lunardelli, na Praça Padre Calógero Gaziano, em Centenário do Sul e nos desfiles de 7 de setembro e aniversário da cidade. Em 2.005, estagiando no Departamento de Educação, novamente com Risoleta, organizou a Fanfarra Municipal que reabriu os desfiles cívicos na cidade. De novo voluntária, neste ano Jaceara montou a fanfarra da Escola Municipal Padre Franco Pasini que animou o Desfile da Independência. Voluntariamente, é a responsável pela loja do Provopar. Ela estudou teoria e regência no Colégio Mãe de Deus em Londrina, fez o Curso Rataplan com o Professor Maximiano Pereira em Curitiba, cursou regência e técnica vocal com o Maestro Antônio Benvenuto em Londrina (é dele a regência da orquestra que toca O Guarani, prefixo da Voz do Brasil) e estudou com o Maestro Honório Maestrelli, fundador da Banda Municipal Santa Cecília e autor do Hino de Porecatu, cujo primeiro compacto dedicou a ela. Jaceara teve convite para fundar uma fanfarra em Londrina, mas não foi. Pelo seu trabalho no Colégio Diocesano João Paulo I foi homenageada pela Câmara Municipal noutra gestão do Prefeito Dario Di Migueli Lunardelli, recebeu uma batuta simbólica da diretoria do colégio e do Rotary Clube, quando o então presidente era o Sr. Nelson Costa, um jantar e um diploma. Atleta de 1.976 a 1.990 pelo Ginásio de Esportes em corridas de 400 m rasos, salto em distância, handeboll e tênis de mesa, sempre deteve 1º e 2º lugares num total de 110 medalhas de ouro e prata e 14 troféus. Era escolhida para jogar pela AABB, Aserp e Cofercatu. |
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Perfil de uma voluntária
Cleuza Gervazoni Furlaneto, paulista de Regente Feijó, chegou aqui em 11/3/1.965 para uma temporada de um ano ajudando a cuidar do sobrinho recém-nascido. Nunca mais foi embora. Estudante ainda, aos quinze anos começou a lecionar na Fazenda São João. Concluiu o magistério, fez pedagogia e aposentou-se como professora em 1.991. Casou-se com Antônio Carlos Furlaneto e tiveram os filhos Antônio Carlos Furlaneto Júnior e Geremias Furlaneto Neto. Única loirinha na família, desde o berço o pai a chamava de minha loira. Daí o apelido Lora, desde sempre, e é como todos a conhecem. Da necessidade de uma instituição que ajudasse os carentes, um grupo de voluntários criou o SOS – Serviço de Obras Sociais – inaugurado em 22/10/1.973. O primeiro presidente foi Sérgio Xavier de Mendonça e a primeira sede era onde hoje é o bar do Poeira.
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Desde a fundação Lora estava lá com o marido. Instituído por senhoras o Grupo da Amizade SOS, hoje Grupo da Amizade Irene Bahxis, ela era parte ativa na tarefa de angariar fundos sobretudo às gestantes e crianças. Elas confeccionavam objetos manuais para o bazar da pechincha, trabalhavam, distraíam-se e rezavam. Aposentada, com mais tempo para o voluntariado, Lora foi eleita presidente em 24/4/1.995, cargo que ainda ocupa. Mais que isso, ela vai além, num compromisso muito maior. Lora é parte do trabalho, coloca-se dentro dele dedicando-se em tempo integral. É de absoluta doação, opção feita porque recebe tanta coisa boa, recebe a vida de graça, recebe o sol todos os dias, gratuitamente. Com um pouco de tempo e dedicação dá para fazer alguém feliz. Doar-se está nela. Hoje o SOS conta com trinta e dois voluntários, atende com cesta básica sessenta e nove famílias, atingindo até cento e trinta na entre safra. Uma vez por semana as gestantes, atualmente oito, aprendem a fazer o enxoval do bebê que vão levar para casa e mensalmente têm palestra sobre puericultura. O programa de adolescentes, em parceria com a prefeitura, atende setenta deles com informática, artesanato, reforço escolar, culinária, horta, esporte, corte de cabelo, capoeira e almoço. Dali saíram estagiários para a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Associação Comercial, Supermercados Bela Vista e Alvorada. Queijos e Vinhos, na sexta edição, é uma bem sucedida festa beneficente promovida pelo SOS. Lora é católica, preza muito a família, seu principal bem. É apaixonada pelo neto José, cultiva amigos, gosta de viajar e participa das atividades sociais da cidade. É voluntária no SOS há quase trinta e três anos, onze dos quais na presidência. Em 2.004 foi condecorada Mulher Destaque. Porecatu é privilegiado em tê-la aqui com tanta jovialidade, disposição, despreendimento e atitudes, visando sempre o bem-estar do próximo, preparando gente para a vida. |
SOS promove o tradicional Chá de Primavera
Acontecerá no dia 23 de setembro a partir das 16:00 horas um dos eventos sociais mais esperado pela sociedade porecatuense e da região. Trata-se do Chá da primavera realizado no Centro Social Urbano, numa promoção do SOS de Porecau. Além da deliciosas guloseimas o evento contará com variadas atrações que vão desde sorteio de brindes, desfile de modas e atividades recreativas. Agende e... Compareça!
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S.O.S. com atividades durante todo o ano
O Programa de Atendimento ao Adolescente Lucília Giglio Rossi, que trabalha com mais de 60 adolescentes no sistema de contra-turno escolar, coordenado pelo SOS, não teve férias.
No período das férias escolares, os adolescentes freqüentam o programa com o objetivo de aproveitar o tempo livre e sair da rotina das oficinas.
Foram realizadas atividades recreativas, artísticas, esportivas e culturais planejadas e organizadas pelos educadores e pelos próprios adolescentes. |
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Perfil de uma voluntária
Para contribuir com a receita do lar, iniciou revenda de produtos de beleza e a vender placas de jardim feitas por ela. Ampliando, tomou aulas de biscuit, desenvolveu seu próprio estilo e hoje faz várias peças para comercializar. Cursa o magistério e associa-o com o artesanato. Este, Margareth ministra de encontro à capacidade do aluno, no início com motivos simples para que ele realmente aprenda e se satisfaça com o resultado. Em contínua pesquisa em revistas, programas de televisão e cursos (foi aluna do João do Lixo), está sempre atualizada. Almeja seu próprio negócio enquanto vai distribuindo seus conhecimentos. É crocheteira, bordadeira, produz peças com reciclável, palitos de sorvete, faz caixas para presentes e objetos sob encomenda para ocasiões especiais. Apesar das pessoas valerem-se dos seus trabalhos para reprodução, ela não desanima. |
Margareth Rodrigues Junqueira, artista que é, continua criando porque gosta. Na Biblioteca Municipal Prefeito Bento Pereira Louzada ela atua como voluntária ensinando sua arte a estudantes da rede municipal, Escola Branca de Neve APAE, SOS, Guarda Mirim e Terceira Idade. No V Festival de Inverno ela foi oficineira.
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Festa Junina no Asilo São Vicente de Paulo
Foi realizada no dia 23 de junho e promovida pelas agentes de saúde da Vila Iguaçu. A festa foi um sucesso e só foi realizada graças aos colaboradores a quem os organizadores agradecem: Bar da Geni, Bar do Oswaldo, Padaria da Rose, Reinaldo do Flora Milk, Walter Tenan, Bik Chama, Armando do Sup. Bela Vista, João do Sol Nascente e o Geremias do Sup. Alvorada. |
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Perfil de uma voluntária
Ela é Leonice Alves dos Santos, 28 anos, residente na fazenda Aparecida há 22. Seus filhos são Bruna de 10 anos e Beatriz de 7. Leonice é trabalhadora rural nas safras de café e cana-de-açúcar. Levanta às quatro horas para o dia na lavoura; é monitora voluntária de capoeira lecionando na cidade (vem a pé) às segundas e quintas-feiras em dois períodos, com alunos de 3 a 8 anos e de 9 anos a 14. À noite cursa o supletivo e volta para a fazenda no ônibus de estudantes, indo dormir à meia-noite. Iniciou capoeira na Academia Acapras. Com o Paulo Monteiro está há 5 anos, atualmente na terceira graduação, corda azul. Apesar das dificuldades pessoais e acometida de bronquite e asma, Leonice é uma dedicada voluntária da capoeira dentro do Projeto Criança Feliz, do que não abre mão. E enfatiza: “A capoeira é a minha vida, o ar que respiro, a água que bebo, a comida que como e a força do meu espírito”.
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Na noite de comemoração do Dia das Mães pela Divisão de Cultura e Turismo e Departamento de Educação e Cultura ela foi merecidamente homenageada. |
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Perfil de um voluntário
Diego Jorge dos Santos tem 15 anos apenas. É um jovenzinho bonito, bem apanhado, religioso e cheio de atitude. Aos 11 anos iniciou no teatro com a Jucasfa com participações curtas.
Em seguida fez curso com Francisco Donizete na Casa da Cultura que resultou nas peças Sombras da Criação e A Bruxinha que era Boa, apresentadas no mesmo local.
Em 2003 Diego entrou para os Voluntários da Cultura após o II Festival de Inverno oferecendo-se para tudo, fazendo presença diária, sempre solícito e capaz. Atualmente, desde o ano passado, ele lida com estudantes do pré à quinta série, ministrando teatro e dança, com inúmeras apresentações. Entrando no quarto ano do voluntariado, Diego continua muito responsável, pontual, assíduo, incansável e demonstrando resultados positivos.
Cursa o magistério para começar a entender as crianças na prática e ter melhor conhecimento de psicologia. Quer ser psicólogo com doutorado na Itália. Quando tiver filhos quer que sigam carreira em teatro e dança. É voluntário porque gosta de ajudar os semelhantes e de estar no meio cultural. |
Adquira o carnê de contribuição para compra do Cinema
Contribua com R$ 55,00 à vista ou com R$ 60,00 em 6 parcelas de R$ 10,00. No pagamento da 6ª parcela você receberá um cupom gratuito, que dará direito a concorrer a 7 prêmios. O objetivo é a compra do prédio do cinema e o apoio a entidades participantes que terão direito a 20% sobre a sua participação.
Projeto da Associação beneficente de ajuda aos amigos de Porecatu. |
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Perfil de uma voluntária
Elizete Flausino Dias era depressiva, nervosa, peso acima do normal, dopada por medicamentos, não saía de casa e quase não tinha amigos. Tem um casal de filhos, o Nicolas Gabriel Dias Monteiro, de 8 anos e a Maria Amélia Dias Ribeiro, de 9 anos. Esta, com PC (paralisia cerebral) e autismo é aluna da APAE. Sobre eles repercutia negativamente o estado emocional da mãe. A pequena Maria Amélia, em conseqüência, não sorria, seu aprendizado era mais lento e não dormia a noite inteira. No menino refletia a falta de autoridade da mãe que, cordata, só lhe passava a mão na cabeça. Em setembro de 2.005 Elizete resolveu tomar aulas de capoeira. Apaixonou-se pela arte e envolveu-se tanto que sua vida mudou radicalmente. O exercício da capoeira lhe fez tão bem que o seu comportamento, disposição e estado de espírito foram alterados repercutindo intensamente no seu cotidiano, em casa, em benefícios para os filhos e na vida social. |
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Nicolas sente na mãe uma pessoa mais segura, com autoridade sobre ele; Maria Amélia diminuiu os calmantes e hoje só toma o anticonvulsivo. Elizete está alegre, sente-se valorizada, com sua auto-estima em alta e encontrou na capoeira uma estimulante razão para sair de casa. Cheia de razões, hoje Elizete é uma auxiliar voluntária nas aulas de capoeira no Projeto Criança Feliz para 300 alunos, continua aprendendo e diz que irá se graduando e nada a impedirá. A capoeira mudou sua vida e Elizete, com seu voluntariado está ajudando a mudar a vida das pessoas. 2.006 é o quinto ano que o professor de capoeira Paulo Lourenço Monteiro Filho dá aulas em Porecatu. |
Associação Comunidade Irmã Clorinda – Comunic de Porecatu
Fundada em 21.06.2004 tem como Presidente de Honra o padre Luiz Giavarini.
Diretoria Executiva: Presidente – Marcelo Gomes,
Vice-Presidente: Daniel Teodoro,
Secretária: Sindi Angélica O. Modesto;
Tesoureiro: Humberto Eustáquio Rodrigues,
Tesoureiro Suplente: Leonildo Pródomo,
Conselho Fiscal: Maria E. Sana Almudi, Agamennon Newton Paduan, Francisco Donizete de Lima,
Suplentes: Getúlio Travaglia, Edson Carvalho Guedes, Adjailson O. Cabrera.
Visite a comunidade instalada no antigo matadouro municipal. Participe!
É um projeto ousado, audacioso, idealizado pelo padre Luiz Giavarini. Espera-se que até o final deste ano o padre Luiz nos visite e talvez venha morar no PIME em Ibiporã. Vamos torcer... e ter fé... |
Porecatu recebeu roupas e calçados usados para doação às famílias carentes
Mais uma vez nosso amigo Leonildo Pródomo, funcionário do Banco do Brasil, através da Comunidade Cefas de Londrina, trouxe roupas e calçados usados que foram entregues ao SOS para distribuição aos carentes de nossa comunidade.Agradecimentos aos membros daquela comunidade, Ângela Tait e Neide Pereira Lombardi, pela doação. |
Curso magistral de moda intima
O Provopar de Porecatu, sob a presidência da Senhora Vilma Isabel Senra Lunardelli, promoveu no Centro Social Urbano um dia de oficina de moda íntima. Fez parte do curso o corte do tecido, da renda, a montagem da peça e a colocação do elástico. O Curso Magistral é de Maringá ministrado em todo Mercosul e aqui vieram as monitoras Isolene Niedermeyer, Cláudia Talita dos Santos e Leila Noris. A grande vantagem oferecida às alunas é que a firma continua o contacto com elas fornecendo o material a preço de custo e comprando delas a produção de biquínis, sutiãs, calcinhas e cuecas para exportação. |
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II
Festival de Prêmios da Sociedade São Vicente de Paulo
de Porecatu
Realizado
no dia 15 de novembro em prol do Asilo São Vicente de Paulo.
Eis os ganhadores:
1º prêmio - Moto 0 km: Raimundo Manoel dos Santos -
Jardim Sol Poente - cartela 228.
2º - Moto ano 1991: Tairony Conrado Pereira - Vila Iguaçu
- cartela 1654.
3º - TV 29 polegadas: Aparecida Pereira Romanini - cartela
1446.
4º - Aline Baclan - Jardim Santo Antonio; Maria Ivone Oliveira
- 3 conjuntos; Nelson Costa.
5º - DVD: Celso Gonçalves da Silva - Vila Congo.
Na foto, da esquerda para a direita, os ganhadores: Raimundo (moto);
Aparecida (TV 29''); Tairony (moto) e Celso (DVD).
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I Feart da Solidariedade
Com a participação das entidades assistenciais de Porecatu e apoio da Prefeitura Municipal, está funcionando no prédio do Museu a I FEART - Feira de Artesanatos. Lá a comunidade encontra diversos trabalhos artesanais vendidos a preços acessíveis, cuja renda reverte para as entidades.
Na abertura da feira estiveram presentes autoridades, entre elas o prefeito Dario Lunardelli, a vice prefeita Maria Neusa Pícolo, os vereadores Irene Frassato, Luiz Galego e Antonio Mascaro a presidente do Provopar de Porecatu Vilma Lunardelli e presidentes de entidades assistenciais de Porecatu. |
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